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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Orfeu e Eurídice

Fugindo de um homem que a perseguia, a ninfa Euridídice pisou numa serpente venenosa oculta na relva. O réptil a picou no calcanhar, e ela desceu ao reino dos mortos, deixando inconsolável seu marido. Orfeu, poeta, músico e cantor, sempre empunhado a lira ou a cítara, era um artista inconsolável. Com seu canto, os rochas se moviam, as árvores inclinavam as copas em sua direção, os homens se acalmavam. Mas a dor pela perda da esposa foi tal que ela, fugindo do convívio humano, na solidão, só conseguia pensar em Eurídice. Sua música, agora triste, só cantava o amor por Eurídice. Por fim, resolveu descer ao sombrio reino dos mortos para tentar trazê-la de volta.
Então então Orfeu foi falar com os deuses, e um falou para quando Orfeu e Eurídice estivese voltando não poderia olhar para trás de geito nenhum! Quando estavam voltando Orfeu avisou a Eurídice por que se não os dois ficariam no reino dos mortos . Quando Orfeu avia se esquecido olhou para trás então um grande nevueiro veio dos ares e os dois ficaram presos no reino dos mortos.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O naufrágio de Odisseu

Após a derrota dos troianos, ele iniciou uma viagem de dez anos de volta para Ítaca onde a sua mulher o espera com uma fidelidade obstinada, apesar da demora. Essa viagem mereceu a criação por Homero do poema épico Odisséia, na qual são narradas as aventuras e desventuras de Odisseu e sua tripulação desde que deixam Tróia, algumas causadas por eles e outras graças à intervenção dos deuses.

Curiosidade sobre Odisseu

Odisseu ou Ulisses (em latim: Ulysses ou Ulixes) foi, nas mitologias grega e romana um personagem da Ilíada e da Odisséia, de Homero. É a personagem principal dessa última obra, e uma figura à parte na narrativa da Guerra de Tróia. É um dos mais ardilosos guerreiros de toda a epopéia grega, mesmo depois da guerra, quando do seu longo retorno ao seu reino, Ítaca, uma das numerosas ilhas gregas.
Herói grego, Odisseu era rei de Ítaca e filho de Laerte e Anticleia. Auxíliou Tíndaro, pai adoptivo de Helena, na escolha do pretendente em troca que este ajudasse ele a conquistar Penélope . Essa escolha recaiu sobre Menelau. Daí a amizade existente entre Menelau, seu irmão Agamemnon e Odisseu.
Da união com Penélope nasceu Telêmaco, seu querido filho, do qual teve de se apartar muito cedo para lutar ao lado de outros nobres gregos em Tróia. Foi um dos elementos mais atuantes no cerco de Tróia, no qual se destacou principalmente por sua prudência e astúcia.
Durante a citada guerra, muitas batalhas os gregos venceram a conselho de Odisseu, sendo este mesmo um grande guerreiro, apesar de sua baixa estatura (algumas lendas diziam mesmo que era anão). Tentou em vão convencer Aquiles a cessar sua ira contra Agamemnon, ao lado de Ájax, filho de Telamon e de Fênix, todavia, sem obter sucesso.
Um de seus mais famosos ardis foi ajudar na construção de um cavalo de madeira, que permitiu a entrada dos exércitos gregos na cidade. Aliás, a estratégia foi sua.

Cavalo de Troia

Finalmente, a cidade foi tomada graças ao artifício concebido por Odisseu (Ulisses): fingindo terem desistido da guerra, os gregos embarcaram em seus navios, deixando na praia um enorme cavalo de madeira, que os troianos decidiram levar para o interior de sua cidade, como símbolo de sua vitória, apesar das advertências de Cassandra. À noite, quando todos dormiam, os soldados gregos, que se escondiam dentro da estrutura oca de madeira do cavalo, saíram e abriram os portões para que todo o exército (cujos navios haviam retornado, secretamente, à praia), invadisse a cidade.
Apanhados de surpresa, os troianos foram vencidos e a cidade incendiada. As mulheres (inclusive a rainha Hécuba, a princesa Cassandra e Andrômaca, viúva de Heitor) foram escravizadas. O rei Príamo e a maioria dos homens foram mortos (um dos poucos sobreviventes foi Eneias, príncipe de Lirnesso que fugiu de Troia carregado seu pai Anchises, já idoso, sobre os ombros).
E assim, Menelau recuperou sua esposa, Helena (tendo matado Dêifobo, com quem ela se casara, após a morte de Páris), e levou-a de volta a Esparta. Agamênon foi morto por sua esposa que lhe roubou o trono e Odisseu como profetizado passou com o fim da guerra(que durou dez anos) mais dez anos vagando pelo mar, até chegar a Ítaca vestido de mendigo para provar a fidelidade de Penélope sua esposa, que estava cheia de pretendentes ao casamento e consequentemente ao trono, porem ela os enganara durante 20 anos até o retorno de seu marido que ao descobrir tudo o que se passou em sua ausência, matou seus inimigos com a ajuda de seu filho.

Curiosidade sobre a Guerra de Troia

A maioria de gregos clássicos admitia que a Guerra de Troia era um evento histórico, embora muitos entendessem que os poemas homéricos continham vários exageros. Por exemplo, o historiador Tucídides, conhecido por seu espírito crítico, considerava-a um evento real, mas duvidava que os gregos houvessem mobilizado a quantidade de navios (mais de mil) mencionada por Homero, para atacar os troianos.
Por volta de 1870, na Europa, os estudiosos da Antiguidade eram concordes em considerar as narrativas homéricas absolutamente lendárias. Segundo eles, a guerra jamais ocorrera e Troia nunca existira. Mas quando o alemão Heinrich Schliemann (um apaixonado pelas obras de Homero) descobriu as ruínas de Troia e de Micenas, foi preciso reformular esses conceitos.
Ao longo do século XX, tentou-se tirar conclusões baseadas em textos hititas e egípcios, que datam da provável época da guerra. Arquivos hititas, como as Cartas de Tawagalawa, mencionam o reino de Ahhiyawa (Acaia ou Grécia), que se localizava "além do mar" (Egeu) e controlava a cidade de Milliwanda, identificada como Mileto. Igualmente é mencionado, nesses e em outros documentos, a Confederação de Assuwa, uma liga composta por 22 cidades, uma das quais, Wilusa (Ilios ou Ilium), pode ter sido Troia. Em um tratado datado de 1280 a.C., o rei de Wilusa é chamado de Alaksandu, ou seja, Alexandre, que é o outro nome pelo qual Páris é referido na Ilíada.
Após a famosa Batalha de Kadesh (contra o Egito de Ramsés II), essa confederação rompeu sua aliança com os hititas, o que provocou, em 1230 a.C., uma campanha punitiva do rei Tudhalia IV (1240 a.C. - 1210 a.C.). Mas sob o reinado de Arnuwanda III (1210 a.C. - 1205 a.C.) os Hititas foram forçados a abandonar as terras que controlaram na costa do Egeu, abrindo espaço para possíveis invasores de além-mar. Nesse caso, a Guerra de Troia teria sido o ataque de Ahhiyawa (Acaia) contra a cidade de Wilusa (Ílios) e seus aliados da Confederação de Assuwa.
Os trabalhos dos historiadores Moses Finley e Milman Parry procuraram associar a Guerra de Troia com um amplo fluxo migratório micênico, decorrente da invasão dos Dórios no Peloponeso. Poderia também haver uma correlação com o ataque ao Egito pelos "povos do mar", nos tempos do faraó Ramsés III.
Mas os céticos quanto à veracidade da guerra glorificada por Homero apoiam-se na ausência de qualquer registro hitita de uma invasão da Anatólia (onde se localizava Troia) por povos vindos do mar.
Em resumo, embora Schliemann tenha encontrado as ruínas da cidade de Troia (aliás, várias cidades, uma sobre a outra) no sítio mencionado por Homero, a questão da historicidade da guerra continua dividindo a opinião dos estudiosos

Teseu e o Minotauro, Dédalo e Icaro

Teseu e o Minotauro, Dédalo e Ícaro

Na ilha de Creta reinava Minos. Um dia,
Possêidon enviou-lhe, surgido do mar, um
touro, que o rei lhe deveria sacrificar. Minos,
porém, guardou para si o animal. Aesposa de Minos,
Pasífae, apaixonou-se pelo animal. Essa paixão deve
ter sido uma vingança de Possêidon, o rei do mar, ou
de Afrodite, a deusa do amor, de cujo culto a rainha
tinha descuidado.

Vivia em Creta um célebre arquiteto, escultor e
inventor, Dédalo. Foi esse homem quem construiu
para Pasífae uma novilha de bronze, oca, para que a
rainha, pondo-se em seu interior, pudesse atrair o
touro. Assim Pasífae se uniu àquele animal. Da união
nasceria um monstruoso homem com cabeça de
touro — o Minotauro.



Quando nasceu o filho de Pasífae e do touro,
Minos, envergonhado, fez com que Dédalo
construísse um labirinto para aí deixar aquela criança
monstruosa. Com seus inúmeros corredores, salas e
galerias, criados de maneira a fazer perder a direção
e confundir até o mais astuto dos homens, o labirinto
só era dominado pelo próprio Dédalo: quem ali
entrasse, não conseguiria mais sair.

Com o passar dos anos, o Minotauro foi
crescendo no labirinto, longe dos olhares das
pessoas. Ora, Minos, tendo derrotado os atenienses
em batalha, exigiu deles um tributo sinistro: todos os
anos, Atenas deveria enviar sete rapazes e sete moças
para serem devorados pelo Minotauro. Pode-se
imaginar o terror que deveria se apossar de quem,
perdido na confusão dos caminhos tortuosos, sentia
aproximar-se de si aquela criatura grotesca que
habitava o labirinto... Disposto a pôr um fim a essa
situação, o herói ateniense Teseu foi um dia a Creta,
junto com os outros jovens destinados à morte certa.
Quando Teseu chegou à ilha, Ariadne, filha de
Minos e Pasífae, apaixonou-se pelo jovem.



Desejando salvá-lo da morte no labirinto, a moça lhe
deu um novelo com um fio: Teseu deveria desenrolálo
à medida que penetrasse naquele emaranhado.

Quem tivera a idéia fora Dédalo. Foi assim que o
herói, depois de matar o Minotauro, encontrou
facilmente a saída, seguindo o caminho criado pelo
fio de Ariadne.



Ao saber do que ocorrera, Minos, enfurecido,
aprisionou Dédalo e seu filho Ícaro no labirinto, pois
julgava que o arquiteto tinha sido cúmplice daquela
traição. Haveria de ser a morte para os dois, se
Dédalo, sempre astucioso e inventivo, não tivesse
encontrado um meio de escapar. Fez, com penas de
aves coladas com cera, um par de asas para si e outro
para o filho.

Antes de saírem por uma das altas janelas do
labirinto, Dédalo fez uma recomendação a Ícaro.

Que ele, sob hipótese alguma, se aproximasse do sol;
deveria voar nem muito alto nem muito baixo, entre
o céu e a terra. Partiram.

Mas Ícaro não obedeceu ao conselho paterno.

Chegando demasiado perto do sol, a cera das asas
derreteu, e as penas dispersaram-se nos ares. De
repente o moço se viu agitando braços nus.

Chamando em vão pelo pai, Ícaro caiu nas águas

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Curiosidade sobre Mitos Gregos

Mitologia é o estudo dos mitos, deuses e lendas. Os mitos são histórias de caráter popular ou religioso que têm por objetivo a explicação de coisas complexas, que passavam do entendimento das pessoas comuns na época de seus surgimentos.
Normalmente a mitologia é associada à sociedade de sua fundação, como a mitologia que surgiu na Grécia é denominada Mitologia Grega, sendo essa a mais famosa de todas. Em várias religiões a mitologia está presente de alguma forma. 

Os 12 Trabalhos de Hercules

 Entre os heróis gregos destacava-se Héracles, mais conhecido pelo nome romano - Hércules - cultuado em toda a Grécia. Tratava-se de um herói nacional. Tornou-se famoso por ter realizado doze trabalhos, em benefício dos gregos.
  Hércules, filho de Zeus e da princesa Alcmena era odiado por Hera, mulher de Zeus. Quando Hércules casou-se com Mégara, uma princesa tebana, Hera fez com que ele enlouquecesse e pusesse fogo em sua casa, matando sua mulher e seus filhos. Quando Hércules recuperou a razão, procurou o auxílio do oráculo de Delfos. O oráculo disse-lhe que deveria servir doze anos a seu primo Euristeu, rei de Argos.

   Hércules realizou então 12 trabalhos para o rei Euristeu.

·Primeiro trabalho: matar o leão de Neméia. A partir de então Hércules passou a usar a pele resistente do leão como armadura.

·Segundo trabalho: matar a Hidra de Lerna, uma serpente com sete cabeças venenosas. Hércules queimou todas as cabeças do animal, menos uma, que era imortal. Essa foi enterrada por baixo de uma pedra. Após matar a Hidra, Hércules mergulhou suas flechas no veneno da Hidra, tornando-as venenosas.

·Terceiro trabalho:a captura do javali de Erimanto.

·Quarto trabalho: capturar a corsa de Cerinéia, que tinha os cascos de bronze e os chifres de ouro.

·Quinto trabalho: expulsar as aves do lago Estinfale, na Arcádia.

·Sexto trabalho: limpar os estábulos do rei Augias, da Élida, em um só dia. Os estábulos estavam muito sujos, mas Hércules desviou o curso de dois rios para passarem por dentro deles e realizou o trabalho.

·Sétimo trabalho: capturar o touro selvagem de Minos, rei dos cretenses.

·Oitavo trabalho: capturar os cavalos devoradores de homens do rei Diomedes da Trácia. Hércules matou Diomedes e deu sua carne aos cavalos.

·Nono trabalho: obter o cinto de Hipólita, rainha das Amazonas, as mulheres guerreiras.

·Décimo trabalho: ir buscar o gado do monstro Gerião, que vivia além das colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar).

·Décimo primeiro trabalho: levar as maçãs de ouro do jardim das Hespérides para Euristeu.

·Décimo segundo trabalho: capturar Cérbero, o cão de três cabeças que guardava os infernos, e mostrá-lo a Euristeu.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Nomes e o que esses Deus foram na mitologia grega

eu vo por algumas coisas em relaçao au livro


ZeusZeus é considerado como os deus dos deuse, do céu e do mundo dos vivos era também o senhor do Olimpo e dos raios
Herahera é esposa de Zeus, deusa da familia, do lar e protetora do casamento
Poseidon poseidon é o Deus dos oceanos e mares
HadesDeus do mundo inferior
AtenaDeusa da guerra justa, da justiça, da sabedoria
ApoloDeus do Sol, das artes e das profecias
ÁrtemisDeusa da luz da lua, da castidade e da caça noturna
AfroditeDeusa do amor e da beleza
AresDeus da guerra
HefestoDeus do fogo e da metalurgia
DeméterDeusa da natureza e da agricultura
DionísoDeus do teatro, do vinho e das festas

Livro sobre Mitos Gregos

O livre Mitos Gregos conta sobre varias histórias onde explicam algumas coisas sobre o que aconteceram a muito e muito tempo atrás. Com esse blog você ficará por dentro de todas as historias desse livro magnifico !

nosso trabalho

Olá a todos que estão lendo ou participando do blog sobre Mitos Gregos. Bom eu não tenho muito o que falar, mais gostaria que vocês ajudassem a confeccionar o blog contando um pouco sobre o que vocês sabem sobre mitos gregos !